A educação especial organizou-se tradicionalmente como Atendimento Educacional Especializado (AEE) substitutivo ao ensino comum, evidenciando diferentes compreensões, terminologias e modalidades que levaram à criação de instituições especializadas, escolas especiais e classes especiais. Essa organização
compreende o que há de mais contemporâneo e inovador, tanto no que se refere ao sistema de saúde, quanto ao de ensino, pois, ao focar na deficiência, pode fornecer subsídios para melhor normalizar as condições psicossociais do seu público alvo.
determina formas de atendimentos clínicos terapêuticos, fundamentadas no conceito de normalidade/ anormalidade, fortemente ancorados nos testes psicométricos que definem, por meio de diagnósticos, as práticas escolares para os alunos com deficiência.
representa uma forma humanitária e totalmente centrada nos aspectos psicossociais das pessoas com necessidades educacionais especiais, no sentido de não as expor aos preconceitos e toda sorte de maldade por parte das crianças sem deficiência nas escolas comuns.
preza pela inclusão e integração escolar das pessoas com deficiência e necessidades especiais nas escolas comuns, munidas de profissionais e currículos adaptados com enfoque na aprendizagem e inclusão no mercado de trabalho.
fornece a melhor forma de integração de todos os alunos como modelo democrático, com ensino ao alcance de todos, na manutenção não somente do acesso, mas também na permanência de todos na escola comum, desde o ensino fundamental até o nível superior.