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Em 2023, os EUA foram o segundo maior parceiro comercial do Brasil e o segundo maior destino de exportações brasileiras, com destaque para a indústria de transformação.
Certo
Errado
A atual proximidade de posições políticas entre os dois países evidencia-se em temas como a crise israelo-palestina, a exemplo do apoio estadunidense ao projeto de resolução S/2023/773, apresentado pelo Brasil ao CSNU em outubro de 2023.
Certo
Errado
Em 2023, os presidentes do Brasil e dos EUA lançaram a Parceria Global pelos Direitos dos Trabalhadores e Trabalhadoras e a Promoção do Trabalho Digno, que visa à promoção da modernização das relações trabalhistas de ambos os países, por meio da flexibilização de sua legislação, com base na qual acordos individuais, convenções ou acordos coletivos se sobreporiam à lei que rege, por exemplo, jornada de trabalho e plano de cargos e salários.
Certo
Errado
As relações entre o Brasil e os EUA são tradicionalmente pautadas por fortes convergências quanto a valores e princípios no que tange à governança democrática; por conflitos, notadamente no campo comercial; e por diferentes abordagens a temas da agenda global, como mudança climática, enfrentamento ao terrorismo e, mais recentemente, à guerra na Ucrânia.
Certo
Errado
A política externa introduzida pelo governo de Getúlio Vargas entre 1935 e 1941 foi denominada, por Gerson Moura (1980), de “equidistância pragmática”. Acerca dessa política, assinale a alternativa correta.
O governo Vargas rompeu com o paradigma americanista da diplomacia brasileira e inaugurou o paradigma universalista, ao estabelecer relações comerciais inéditas com a Alemanha.
O Brasil praticava, simultaneamente, o comércio compensado com a Alemanha e com os Estados Unidos, por meio do qual exportava produtos industrializados e importava equipamentos militares.
A diplomacia brasileira manteve uma política de barganha com a Alemanha e com os Estados Unidos, negociando a adesão a uma das partes na Segunda Guerra Mundial mediante a obtenção de vantagens econômicas.
O Brasil assinou um acordo com cláusula de nação mais favorecida com os Estados Unidos em 1935, cujos objetivos eram diminuir a dependência comercial da Itália e conter a propagação do fascismo no sul do país.
O governo brasileiro deixou de participar de iniciativas panamericanas na década de 1930, na medida em que o Brasil não precisou contar com o apoio de países latino-americanos para contrapor o poder dos Estados Unidos no hemisfério ocidental.


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Os EUA comparecem historicamente entre os três principais parceiros comerciais do Brasil, e a pauta comercial dessa relação é marcada pela diversidade e complementaridade, sendo os contenciosos comerciais entre ambos dirimidos em instância constituída no plano bilateral.
O apoio à maior e mais eficiente articulação de atores e recursos públicos a projetos de conservação da biodiversidade e a projetos de capacitação técnica e profissional para jovens empreendedores representa, no presente, o eixo orientador da cooperação ao desenvolvimento prestada pelos Estados Unidos da América (EUA) ao Brasil
O Brasil, por lutar ao lado dos norte-americanos em duas guerras mundiais no século XX, garantiu lugar como representante natural dos EUA na América do Sul.
A despeito das visões diferenciadas, que sustentam importantes temas do comércio internacional, Brasil e EUA convergem quanto à importância do fortalecimento e da consolidação do sistema multilateral de comércio ora consubstanciado na OMC.
Apesar da estratégia de diversificação de parcerias comerciais perseguida pelo Brasil nos últimos anos, os EUA mantêm-se entre os três mais importantes sócios comerciais brasileiros, se considerados países individualmente.


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As relações entre o Brasil e os EUA, durante o governo Lula, caracterizam-se por tensão crescente, resultado do caráter mais reivindicatório da política externa brasileira.
É a partir de 1968 (II Unctad) que o Brasil passou a expressar apoio mais denso aos foros multilaterais, movido pela convicção de ser essa atitude o “ meio de neutralizar ou reduzir o considerável poder de coerção das superpotências e grandes poderes nas relações internacionais”, como assinalou Antonio Augusto Cançado Trindade. Já para Clodoaldo Bueno, a continuidade seria o elemento definidor da política multilateral brasileira, a expressar o reconhecido grau de profissionalismo do Itamaraty. Para ele, a diplomacia brasileira teve tradicionalmente na ONU uma participação constante e cooperativa, fazendo do tema do desenvolvimento uma de suas preocupações centrais. A partir dessas informações, julgue os itens que se seguem, relativos à inserção internacional do Brasil.
A aproximação entre Argentina — governo Alfonsín — e Brasil — governo Sarney —, em meados dos anos 80 do século XX, foi o passo inicial para a constituição do futuro Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) e se deu em um contexto de crise econômica nos dois países, recém-saídos de ditaduras militares.
Certo
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