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Considere a seguinte situação hipotética.
Uma vítima de acidente de trânsito, assim que começou a ser atendida pelos bombeiros, reclamou de dor de cabeça e náuseas, tendo vomitado no momento em que se tentava retirá-la do veículo. Essa vítima não apresentava nenhum ferimento aberto, mas sangrava pelo nariz. Após ser colocada no helicóptero, foi observado que suas pupilas estavam desiguais e que havia um líquido claro saindo do seu ouvido direito. Além disso, a vítima começou a reclamar que não conseguia enxergar direito.
Nessa situação, o socorrista deve suspeitar de lesão cervical associada ao acidente e adotar os procedimentos apropriados para atendimento pré-hospitalar do paciente.
Uma mulher está queixando-se de muita dor no calcanhar esquerdo após torcer o pé. Nesta situação, considera-se conduta de primeiros socorros
massagear o calcanhar e colocar uma bolsa de água quente no local.
recolocar a articulação do calcanhar no lugar e colocar uma bolsa de gelo no local.
orientar a acidentada a não apoiar o pé esquerdo no chão e providenciar atendimento médico.
fazer movimentos, com o pé, de baixo para cima e de lateralização.
massagear o local e deixar a perna esquerda em nível mais baixo que a direita.
Traumatismo craniano, febre alta e uso de drogas de abuso são fatores que podem ocasionar a ocorrência de
parada cardiorrespiratória.
estado de choque.
convulsões.
choque anafilático.
epilepsia.
Ausência de movimentos respiratórios, ausência de pulso, palidez, pele fria e úmida e cianose de extremidade são sinais de
parada cardiorrespiratória.
fraturas.
excesso de consumo de drogas (“overdose”).
hemorragia interna ou externa.
infarto.
Toda vez que um socorrista realizar um atendimento levará em consideração dois fatores iniciais:
Se a vítima está inchada ou não (vítima inchada já demonstra estar com hemorragia) e se o evento é clínico ou traumático (em princípio, os eventos clínicos nos permitem menor liberdade de manipulação das vítimas).
Se a vítima está consciente ou não (vítima consciente já demonstra estar viva) e se o evento é clínico ou traumático (em princípio, os eventos clínicos nos permitem maior liberdade de manipulação das vítimas).
Se há sangue no local e se o sangue é da vítima.
A idade da vítima e seu peso.
Se a vítima já sofreu outros acidentes ou não (vítima que já sofreu acidente, normalmente tem maiores complicações) e se o evento é clínico ou traumático (em princípio, os eventos clínicos nos permitem menor liberdade de manipulação das vítimas.
O socorrista está em dúvida se o acidentado apresenta entorse, luxação ou fratura na perna esquerda. Para tentar chegar a um diagnóstico correto, ele fez vários testes para avaliar a capacidade de movimentação da perna esquerda do acidentado. Esta conduta de primeiros socorros é considerada
errada, se após os testes não foi imobilizada a perna afetada.
errada, porque os testes provocam dor intensa e poderão ocasionar complicações graves.
correta, porque é fundamental saber fazer a diferenciação entre os três diagnósticos para tomar a conduta mais eficiente.
correta, porque é crime prestar socorro sem saber a diferenciação entre os três diagnósticos.
correta, porque prestar socorro sem saber fazer o diagnóstico correto pode ser considerado omissão de conhecimento para o socorro.
Um usuário do aeroporto, ao transitar pelo saguão do Terminal de Passageiros, é acometido de mal súbito e desmaia, sendo que os transeuntes imediatamente acionam a equipe de socorristas do aeroporto para prestar o atendimento inicial. Diante do cenário apresentado, o primeiro procedimento a ser realizado pelo socorrista seria:
verificar os sinais vitais da vítima (respiração, pulso e temperatura) e proceder os primeiros socorros, conforme for a necessidade.
procurar reanimar a vítima, oferecendo-lhe líquido para tomar.
remanejar, imediatamente, a vítima para área reservada, com o objetivo de não causar tumulto no aeroporto.
tentar identificar a vítima, e acionar seus parentes para que façam a remoção à rede hospitalar da cidade.
Em um acidente que envolveu uma motocicleta e um automóvel, o motociclista foi arremessado contra o solo e sofreu um corte em um dos braços, o que provocou um princípio de hemorragia externa. Nessa situação, caso se julgue apto a prestar os primeiros socorros, o condutor do automóvel deve
I retirar o capacete do motociclista, para que este possa respirar com mais facilidade.
II manter a vítima imóvel, para evitar o agravamento de eventuais fraturas.
III fazer que o motociclista beba um pouco d’água para, com isso, manter-se calmo.
IV aplicar um torniquete entre o punho e o ferimento da vítima, para estancar a perda de sangue.
A quantidade de itens certos é igual a
Acidentes podem acontecer em qualquer lugar e a qualquer momento. Sempre estaremos expostos a situações que podem exigir atendimento de emergência a outras pessoas. Nesses momentos não se deve, imediatamente, proceder da seguinte forma:
Ao atender uma vítima de colisão automobilística, a pessoa que socorre deve realizar a avaliação primária. Os dois procedimentos que constam dessa avaliação são:
controlar possível hemorragia e imobilizar fratura de braço.
observar possibilidade de sangramento oculto e controlar a temperatura, pulso, respiração e pressão arterial.
desobstruir vias aéreas e testar a capacidade de movimentação do pescoço.
verificar a circulação e observar nível de consciência.
pesquisar a intensidade da dor e testar a capacidade de movimentação de braços e pernas.