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Rossi et al (2004) caracterizam que há espaços no hospital em que se demanda um pronto atendimento. Trata-se do acolhimento de pacientes em situações de emergência por vezes, mas que, por outras, funcionam como um ambulatório com pronto-atendimento. Esse desvio do objetivo primário da unidade, uma espécie de descaracterização da demanda original, associado à sobrecarga de trabalho da equipe assistencial e ao contato com a dor, sofrimento e morte, pode comprometer a qualidade assistencial ao paciente.
Neste contexto de pronto-atendimento, a presença do psicólogo hospitalar é
fruto da herança cartesiana no trato do processo saúde-doença, na medida em que psicologiza condições eminentemente orgânicas.
uma pauta a ser construída neste contexto, já que se trata de atendimento rotativo, o que não possibilitaria uma intervenção psicoterapêutica e ética.
reconhecida como saber e práxis na realidade brasileira, a partir de resoluções e portarias específicas formuladas pelo Conselho Federal de Psicologia.
um recurso de humanização e de inscrição da subjetividade e da individualidade do paciente em um local onde a história da doença se sobressai à história de vida.
relevante, porém inviável, já que as diretrizes do Ministério da Saúde determinam apenas o médico, a enfermeira e o técnico de enfermagem como equipe básica.