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O tema da terminalidade envolve questões éticas e bioéticas fundamentais ao cuidado com pacientes e ao contexto profissional da UTI, dadas as constantes exigências de tomada de decisão de qual ou como proceder em um determinado quadro que um paciente se encontre; dentre estas questões, as problemáticas pertinentes à distanásia, eutanásia e ortotanásia. A respeito da ortotanásia, é correto afirmar que:
Consiste no ato deliberado de provocar a morte sem sofrimento do paciente por finalidade misericordiosa após supressão de medidas terapêuticas.
Refere-se à submissão do paciente a um processo de morte lenta, ansiosa e sofrida, por manter os tratamentos, cuja finalidade é a recuperação e manutenção da vida.
Refere-se à ocorrência de morte do paciente dentro de uma situação de terminalidade ou porque não se inicia uma ação médica ou pela interrupção de uma medida extraordinária, visando amenizar o sofrimento.
Denominada “morte na hora certa”, permite ao doente que já entrou em fase final da doença e àqueles que o cercam enfrentarem o destino com certa tranquilidade, visto que a morte é concebida como parte da vida.