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Conversar com quem está morrendo é uma atividade...

Conversar com quem está morrendo é uma atividade angustiante e paradoxal. A maioria das pessoas, profissionais ou familiares, deseja encontrar a coisa certa a ser dita, mas infelizmente parece que tal coisa não existe a priori. Além disso, a prática tem ensinado que a capacidade de ouvir tem sido mais importante que a capacidade de dizer.

Em relação ao manejo com o paciente em estado de terminalidade é importante que o psicólogo:


A

proponha a relação de cuidado e também se empenhe na busca da cura.


B

atenda o paciente em cuidados paliativos se atentando aos protocolos de assistência.


C

determine as prioridades do paciente e acate as suas definições de qualidade de vida.


D

ofereça o menor número de informações ao paciente, comunicando apenas os familiares.


E

não se despiste em relação ao objetivo primário da cura e que a partir disso insufle esperanças no paciente.