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Com base no texto de Almeida (2000), são destaques da autora com relação à prática do psicólogo no hospital geral, EXCETO
Contrapondo-se à visão mecanicista, Birman (1991) chama a atenção para o discurso naturalista da medicina que legitima as práticas de medicalização do espaço social, silenciando as dimensões simbólica, ética e política do processo saúde-doença.
Trabalhar em equipe interdisciplinar significa buscar o diálogo com as disciplinas vizinhas, bem como questionar a hegemonia do saber médico visando promover a hierarquia estabelecida.
Segundo Spink (1992) a atuação do psicólogo no hospital geral é mais do que um novo campo de trabalho, apontando a necessidade de novas técnicas e substituição do modelo individual, clínico, privado na graduação por ações integradas com e equipe.
De acordo com Silva (1998) no hospital geral o ideal do trabalho solidário em equipe geralmente é substituído por uma organização de trabalho que promove a competição entre as especialidades e o corporativismo.
Pensar a prática do psicólogo no hospital não pode dispensar a reflexão sobre a situação do sistema público de saúde, sua organização, as possibilidades de acesso da população aos serviços, as condições de trabalho dos profissionais, as características sociais da população atendida e os fatores envolvidos no processo saúde-doença.