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Ainda no texto de Castro e Bornholdt (2004) sobre as diferenças entre Psicologia Hospitalar e Psicologia da Saúde, pode-se afirmar que
A Psicologia da Saúde, com base no modelo biopsicosossocial, utiliza os conhecimentos das ciências biomédicas, da Psicologia Clínica, da Psicanálise e da Psicologia Social-comunitária.
Diferentemente do Brasil, em alguns outros países a identidade do psicólogo especialista está associada à sua prática e não ao local em que atua, ou seja, o trabalho do psicólogo em hospitais seria um dos possíveis locais em que atua o psicólogo da saúde.
No Brasil, a formação em Psicologia abarca conhecimentos da realidade sanitária do País, a participação em pesquisas e em políticas de saúde, indispensáveis para a determinação da sua prática e para o aprimoramento da especialidade.
Ambas as denominações (Psicólogo da saúde e psicólogo hospitalar) atuam em centros de saúde, hospitais e ONGs, usam teorias psicológicas distintas e demandam especialização obrigatória.
A formação em Psicologia deixa praticamente de lado temáticas relacionadas às questões microssociais relativas à saúde, contribuindo para a manutenção das estruturas sociais e das relações de poder sem utilizar todo o seu potencial questionador e transformador.