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De acordo com Giliéron (2004) a psicoterapia breve apresenta alguns limites enquanto abordagem para a atuação do psicólogo. Entre esses, destaca-se
Quanto à focalização, podemos compreendê-la também em vários sentidos: centrar-se em vários problemas do paciente, centrar-se num ou em vários sintomas, compreensão da origem psicodinâmica da neurose, etc.
A psicoterapia breve caracteriza-se pelo fato de se propor um objetivo limitado e de tentar eliminar unicamente distúrbios circunscritos.
É importante especificar que a tarefa de atingir um objetivo pode ser realizada com todos os pacientes. Não é preciso desenvolver um processo apropriado de seleção de candidatos, com critérios explícitos.
A limitação de tempo na terapia breve não provoca efeito estimulante sobre o processo terapêutico e sobre o comprometimento emocional. Por outro lado, a psicoterapia breve não mobiliza rapidamente no paciente os problemas relacionados com o fim de uma psicoterapia: a angústia de separação, o luto e a dor.
A psicoterapia breve está sempre ligada aos sintomas. O foco e a fórmula interior não devem elucidar o significado inconsciente dos sintomas.