

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Sobre a atuação da psicanálise com crianças hospitalizadas, de acordo com Cabral em Psicanálise e Hospital – a criança e sua dor (MOURA, 1999) é CORRETO afirmar:
A criança vai se despindo das roupagens que lhe são atribuídas, e no seu despir, desfia suas dores, e essencialmente suas fantasias, algumas até mesmo macabras, outras de onipotência, poder...vai construindo suas fantasias para fazer barreira ao seu próprio gozo.
A explicação deve indicar, aludir, apontar o caminho para que a surpresa se instale. E se instalando, instigar um dizer, provocar perguntas.
Se o analista não escuta a criança no mais além do dito, não aposta que a criança tem um saber e pode ser escutada como sujeito do inconsciente, como analisante de pleno direito.
É o analista que, pela via da interpretação, vai tocar o ponto de angústia visando o simbólico, visando este x enigmático que é a presentificação do desejo do Outro.