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A respeito da vivência dos familiares dos pacientes internados em unidade de terapia intensiva, é INCORRETO afirmar:
Os principais desafios encontrados pelos familiares referem-se ao isolamento; uso de aparelhagem constante; a dinâmica da equipe, com trocas diárias e formas diversificadas de manejo das situações e ao contato com realidades difíceis como morte, quadros graves e sequelas.
Em geral os familiares não são autorizados a estarem presentes durante a internação ou mesmo nas primeiras medidas de avaliação ou intervenção, o que gera insegurança e medo.
Enquanto os familiares aguardam o momento da entrada da UTI, é importante que o psicólogo tenha contato, converse e forneça esclarecimentos sobre normas e rotinas, assim como orientações sobre como conversar e tocar o paciente.
Os familiares menores de 12 anos não poderão visitar o paciente na UTI, mas deverão ser acompanhados e avaliados pelo psicólogo, que deve fornecer orientações sobre a unidade de cuidados intensivos e o estado de saúde do paciente.
Diante da difícil realidade, os familiares apresentam relevante desorganização emocional e os mais variados comportamentos, condições que podem dificultar a comunicação e a relação com o paciente e a equipe de saúde.