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Sobre a atuação do psicólogo em UTI assinale a alternativa CORRETA.
O psicólogo não deverá acompanhar o paciente desde o momento da internação na UTI até a alta para o quarto ou até o momento da sua morte, mas somente em situações onde exista demanda emocional ou solicitação da equipe médica.
Na UTI não existem situações específicas que demandam atendimento diferenciado. As situações descritas como críticas, tais como paciente em ventilação mecânica, em desmame da ventilação, sem interação em razão de estado comatoso e em fase final de vida são rotineiras, comuns nesta unidade de cuidados e requerem atenção tanto quanto as outras condições.
No primeiro atendimento ao paciente interativo, o psicólogo deve realizar uma entrevista inicial com o objetivo de conhecer a história do doente, avaliar seu estado emocional e mental, no entanto, não deve abordar conteúdos relacionados à compreensão da doença e prognóstico a fim de não mobilizar ansiedade e angústia.
No primeiro atendimento ao paciente interativo, o psicólogo deve realizar uma entrevista inicial com o objetivo de conhecer a história do doente, avaliar seu estado emocional e mental, no entanto, não deve abordar conteúdos relacionados à compreensão da doença e prognóstico a fim de não mobilizar ansiedade e angústia.
A audição é o último órgão do sentido a ser afetado no paciente comatoso, por isso é importante atender este paciente, passar informações sobre o ambiente; informações de tempo e espaço; sobre sua condição clínica; tempo de internação e sobre a equipe de saúde.