

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Nos últimos anos observamos um aumento da demanda de pacientes para as UTI’s devido ao avanço tecnológico no diagnóstico e tratamento de inúmeras doenças, ao aumento da expectativa de vida da população em geral e à sobrevida de pacientes com doenças outrora letais. A respeito do papel do psicólogo na UTI, é INCORRETO afirmar:
Junto aos pacientes contactuantes, o psicólogo deve realizar uma entrevista com o objetivo de avaliar o estado emocional, a compreensão da doença e do tratamento, a presença ou não de mecanismos de enfrentamento, a relação com a doença e o vínculo com a equipe
Durante o primeiro atendimento, não é necessário que o psicólogo forneça ao paciente informações a respeito das rotinas da UTI, da função dos aparelhos e fios conectados, assim como dos demais equipamentos presentes. A desmistificação do o ambiente e a segurança são asseguradas com o tempo de permanência.
Após o diagnóstico inicial do paciente, é necessário que o psicólogo verifique a necessidade de seguimento do atendimento psicológico e a necessidade de avaliação psiquiátrica complementar.
Junto aos pacientes em coma grau I e II, o psicólogo deve realizar atendimentos cujo objetivo é estimular o contato com a realidade, propiciar sentimento de segurança e sensação de existência, orientar sobre rotinas realizadas, conscientizar sobre o esquema corporal e tentar colaborar com a reversão do quadro.
Os atendimentos à família podem ser realizados antes ou depois do horário de visita e devem ser breves, com cada família individualmente, e ter como foco o momento da hospitalização, a doença e as dificuldades provindas dessa situação.