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Segundo Chiattone (2000), a Psicologia em contexto hospitalar apresenta como especificidade a ser considerada da sua atuação:
Prescindir dos limites institucionais, pelo hospital enquanto instituição, tais como regras, rotinas, condutas específicas, dinâmicas que devem ser respeitadas e seguidas.
Moldar-se ao modelo médico tradicional para ser aceito, por ser uma categoria em minoria no hospital.
Dever de repetir o modelo do consultório, mantendo contato obrigatório com outras profissões, o que determina multiplicidade de enfoques ao mesmo problema e, em consequência, ações diversas.
No hospital, valorizar o aspecto orgânico das doenças e dos doentes, em detrimento do aspecto psíquico, como reflexo do modelo biomédico, em detrimento do modelo biopsicossocial.
Considerar a espacialidade e a temporalidade de funcionamento do hospital, refletindo o fim da privacidade e uma imposição de um ritmo temporal ao paciente.