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No cuidado com o paciente religioso, o psicólogo hospitalar deve:
Ignorar a sua religiosidade, pois a fé se opõe à ciência e o mais importante é a saúde do paciente.
Quando o paciente recusar o atendimento psicológico, alegando que sua fé lhe basta, o psicólogo poderá usar a questão religiosa e estimular o paciente a falar sobre sua religiosidade.
Acatar a vontade do paciente quando o mesmo recusar tratamento por questões religiosas, pois é papel do psicólogo se envolver com a prática religiosa do paciente.
Encaminhar o paciente para o padre, pastor ou voluntários religiosos que atuem no hospital tendo em vista que, eticamente, o profissional de psicologia hospitalar deve trabalhar apenas os aspectos da doença.
Reconhecer a verdade do paciente e respeitar a sua vontade quando o mesmo não aceitar o tratamento médico proposto, sem prestar qualquer ajuda ou auxilio.