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Segundo Romano (1999), no que se refere ao trabalho do psicólogo com a família do paciente hospitalizado é CORRETO afirmar:
Os grupos de apoio a familiares seguem os mesmos passos da condução de qualquer pequeno grupo, seja ele operatório ou psicoterápico.
O psicólogo deve compreender que uma doença é experimentada individualmente e a família é afetada superficialmente por esse acontecimento.
Doença, hospitalização e cirurgias costumam ameaçar o sistema familiar, seus papéis e seus canais de comunicação. Uma vez afetado pelo adoecimento, esse sistema não se reorganizará.
Grupo de apoio, intervenção na crise e horários flexivos para visitas são estratégias que devem ser evitadas no atendimento pois suprem as necessidades dos familiares de pacientes hospitalizados de forma pouco eficiente.
No trabalho com grupos de familiares não há a necessidade de garantir a confidencialidade tendo em vista que as reuniões ocorrem no ambiente hospitalar.