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A preocupação com o estudo da criança é algo recente na história da humanidade. Houve um tempo em que as crianças eram consideradas adultos em miniatura, o que se pode perceber pelas pinturas feitas em uma tumba subterrânea, em Roma. Nos desenhos, as proporções e formas do corpo do menino retratado se assemelham às de uma pessoa adulta, sem nenhum traço que indique qualquer especificidade da criança em relação ao adulto.
Sobre a história da criança, assinale a alternativa incorreta:
A idéia de criança, da forma como a concebemos hoje – um ser com necessidades, interesses, motivos e modos de pensar específicos – não existia antes do século XVII.
Quando os pais passaram a ser vistos como aqueles a quem cabia o papel de garantir a sobrevivência da criança, de dar-lhe formação espiritual e moral, interrompeu-se o costume de enviar as crianças às escolas.
A convivência com um índice de mortalidade infantil extremamente alto fazia com que a morte das crianças fosse considerada natural e que a infância fosse um período muito curto na vida dos indivíduos.
As crianças participavam das atividades do adulto, compartilhando com ele o trabalho nos campos ou nos mercados, os jogos e as festas.
A partir do século XVII, passou-se a admitir a idéia de que a criança era diferente do adulto não apenas fisicamente, um ser não-preparado para a vida.