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Os profissionais da área psicológica, em uma instituição hospitalar, são convocados a uma inserção que possibilite escutar e atuar sobre:
Acriança como sujeito, obrigatoriamente em um setting separada do ambiente em que está internada. As Angústias presentes nas crianças hospitalizadas, sem se deter na escuta de familiares e da equipe de saúde, uma vez que não são o paciente do profissional
A criança como sujeito, assim como as angústias desta e de seus familiares, sem, no entanto, dar lugar á equipe de saúde, uma vez que esta representa o instituído do hospital.
A criança, exclusivamente, de forma indireta, através da escuta de quem assume a sua função parental, uma vez que são estes os seus representantes legais e podem, junto com toda a equipe de saúde que atende a criança, prestar informações verídicas da criança.
Tanto a criança e seu adoecimento, quanto as muitas formas estereotipadas presentes no discurso médico e no ambiente hospitalar; as angústias presentes nas crianças hospitalizadas, as dos familiares e as da equipe de saúde, que interferem na condução da cura.