

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
A internação de um bebê numa unidade de terapia intensiva (UTI), mesmo quando já indicada e esperada, pode ser vivenciada pelos pais com estranhamento, pois rompe com o ideal do que seria a chegada de um bebê. Os primeiros momentos na UTI caracterizam-se por um “curto-circuito” nas interações da tríade pai-mãe-bebê. Segundo Moreira e colaboradores (2003), o psicólogo deve atuar indicando que os pais:
evitem maiores interações com o recém-nascido de risco, para que este não receba estímulos nocivos que o incomodem
compareçam diariamente para acompanhar o desenvolvimento do quadro clínico e auxiliar a equipe multiprofissional nos cuidados com o recém-nascido
busquem observar e interpretar os sinais da interação do bebê com o meio, descobrindo recursos singulares capazes de construir um processo relacional
resguardem-se de frustrações com expectativas de melhora e atenham-se à realidade do quadro clínico descrito pela equipe médica