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De acordo com Almeida e Trevisan (2011), com relação ao estudo dos “fatores de risco e proteção à saúde mental infantil: o contexto familiar”, os resultados encontrados podem subsidiar o planejamento e a implementação de políticas públicas no campo da saúde mental infantil, assim como apresentar elementos para reflexões e para a compreensão dos processos e indicadores familiares envolvidos nessa condição. Nesse contexto, as informações obtidas podem contribuir para o debate sobre:
programas de ação social para atender a todas as crianças e adolescentes que necessitam de atenção à saúde mental.
propostas para implementar atividades para atender a todas as crianças e adolescentes que necessitam de atenção à saúde mental.
propostas para implementar atividades para atender a todas as crianças e adolescentes que necessitam de atenção holística.
políticas públicas e programas efetivos para atender a todas as crianças e adolescentes que necessitam de atenção à saúde mental.
processo de reabilitação para atender a todas as crianças e adolescentes que necessitam de atenção primária.