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Uma criança de oito anos convida seu terapeuta para intermináveis e repetidas partidas de dama ou outros jogos de regras durante suas sessões de ludoterapia. De acordo com uma abordagem psicanalítica, esse tipo de atividade
deve ser tratado como um movimento de resistência e solicita que o terapeuta interrompa a sua execução.
constitui a forma primordial para manifestação da angústia e de ansiedades entre crianças no período de latência.
precisa ser substituído por atividades simbólicas, que restabeleçam uma dinâmica transferencial efetiva entre criança e terapeuta.
permite uma análise de conteúdos e conflitos inconscientes por meio de um mediador lúdico mais estruturado.
intensifica os mecanismos defensivos das crianças nesse período do desenvolvimento e deve ser abolido.