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A discussão em torno das desigualdades sociais em saúde colocou a questão do direito a saúde na pauta politica em todo o mundo. Diferentes populações atribuem maior ou menor importância ao direito a saúde como um direito humano fundamental. De acordo com Barata (2009), existem muitos marcos teóricos que nos auxiliam a entender esse fenômeno. Na América Latina a discussão sobre as desigualdades sociais vem sendo feita principalmente a luz da teoria da determinação social do processo saúde-doença. Analisando as alternativas à seguir, assinale aquela que contempla o entendimento da autora sobre como o processo saúde-doença ajuda a entender as desigualdades sociais em saúde no Brasil.
Os processos de análise dos determinantes sociais em saúde deveriam ser menos subjetivos e mais enfocados na perspectiva epidemiológica societária, para que políticas gerais de saúde possam ser de fato planejadas sem dispersão acerca de pontualidades grupais ou temporais.
No Brasil, há uma heterogeneidade populacional muito grande, o que impossibilita dar maior ênfase explicativa aos modos de vida, considerando que nele estão englobados tanto os aspectos materiais quanto os aspectos simbólicos que refletem as características sociais de determinação social da saúde.
O modelo aplicado pelo SUS para analisar a determinação social do processo saúde-doença se centra exclusivamente em pensar os modos de vida, considerando que nele estão englobados tanto os aspectos materiais quanto os aspectos simbólicos, sendo os primeiros, sempre mais importantes, pois dão a base para a construção de políticas eficazes.
A versão brasileira da teoria da determinação social do processo saúde-doença dá maior ênfase explicativa ao modo de vida, considerando que nele estão englobados tanto os aspectos materiais quanto os aspectos simbólicos que refletem as características sociais de produção, distribuição e consumo, às quais cada grupo social esta relacionado através do modo de vida.
A versão brasileira da teoria da determinação social do processo saúde-doença é uma das únicas que dá menor ênfase explicativa ao modo de vida, considerando que nele são menores os aspectos materiais quanto os aspectos simbólicos que refletem as características sociais de produção, distribuição e consumo, às quais cada grupo social esta relacionado através do modo de vida, ou seja, de generalização epidemiológica utópica.