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Segundo CASTRO, M. G. K. et al. “O jogo proporciona diagnósticos de saúde e doença nas crianças”. Sobre a maneira da criança brincar e jogar, é correto afirmar:
Nas crianças neuróticas, não há um compromisso com a realidade, sendo que as fantasias são representadas simbolicamente no jogo e na atividade lúdica.
Nas crianças psicóticas, a relação com a realidade está subordinada às vívidas elaborações da fantasia, sendo que o equilíbrio entre ambas se inclina para o lado da irrealidade.
As crianças com tendências paranoicas executam ações monótonas e o elemento lúdico funciona para dar sustentação a uma realidade paradoxal em que as coisas podem ser reais e irreais ao mesmo tempo.
Nas crianças normais, o jogo mostra um melhor equilíbrio entre fantasia e realidade e elas apresentam maior capacidade para modificar a realidade ou toleram melhor a frustração.
A inibição no jogo e na aprendizagem são sinais de um controle falho do superego de fantasias primitivas.