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Na relação entre trabalho e subjetividade, há de se ter atenção ao desgaste a que as pessoas são submetidas e as relações dessa condição a processos de adoecimento. Sobre a relação entre psicossomática e estresse nos contextos de trabalho, o que envolve o campo da saúde do trabalhador, é INCORRETO afirmar:
No trabalho podem ser identificados ajustes ativos como expressão de desejo de mudança; afastamento; movimentações trabalhistas; e ainda os ajustes passivos constituídos por alienação, depreciação do trabalho, absenteísmo e adoecimento.
Há trabalhos em que o sujeito pode ser constantemente colocado face a reações de alarme, ou aumento de frequência cardíaca e pressão arterial. Tal alteração visa chegada de nutrientes, contração do baço para levar glóbulos vermelhos, liberação de açúcar armazenado na corrente sanguínea, aumento de linfócitos entre outros mecanismos.
Podem ser relacionadas ao trabalho, as reações de estresse que resultam de esforços de adaptação, sendo que reações ao “agressor” muito intensas, vão colocando uma predisposição à doença. Por isto encontra-se superada a ideia de sistema límbico e geração de memória afetiva que coloca a predisposição para a doença em alguns sujeitos.
A situação de conflito do indivíduo com o trabalho pode ser geradora de emoção relativa a estresse. Mas o que tem ocorrido é banalização do que seja estresse, pois a bacteriologia, com a perspectiva do contágio gerou invisibilidade dos fenômenos e focalização no individual em detrimento do coletivo.


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