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No período de pandemia, um psicólogo hospitalar foi...

No período de pandemia, um psicólogo hospitalar foi encarregado de ser o responsável de informar à família a triste notícia do óbito do paciente familiar.


Em um Hospital da periferia da área metropolitana de São Paulo o profissional psicólogo passou a informar os familiares do óbito do paciente familiar por meio de um bilhete com a seguinte mensagem: “faleceu hoje, às x horas, o Sr. (a) fulano de tal. A família tem 4 horas para retirar o corpo ou o mesmo será encaminhado para o sepultamento como indigente. Esta atitude do profissional, segundo o Código de Ética do Psicólogo infrigiu o artigo 2° no parágrafo, que afirma que:


A

é vedado ao psicólogo induzir a convicções políticas, filosóficas, morais, ideológicas, religiosas, de orientação sexual ou a qualquer tipo de preconceito, quando do exercício de suas funções profissionais.


B

é vedado ao psicólogo clínico acumpliciar-se com pessoas ou organizações que exerçam ou favoreçam o exercício ilegal da profissão de psicólogo ou de qualquer outra atividade profissional.


C

é vedado prestar serviços ou vincular o título de psicólogo a serviços de atendimento psicológico cujos procedimentos, técnicas e meios não estejam regulamentados ou reconhecidos pela profissão.


D

é vedado ao profissional psicólogo clínico, praticar ou ser conivente com quaisquer atos que caracterizem negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade ou opressão.


E

é proibido desviar para serviço particular ou de outra instituição, visando benefício próprio, pessoas ou organizações atendidas por instituição com a qual mantenha qualquer tipo de vínculo profissional.