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A avaliação psicológica de pacientes candidatos a transplante de órgão costuma avaliar não só o paciente como também um familiar/cuidador. Segundo Romano (2008), durante a entrevista psicológica com o cuidador, o psicólogo hospitalar deve
reforçar a necessidade do transplante, de modo a alinhar a decisão do cuidador à da equipe de saúde.
referir os riscos do transplante de modo hipotético, usando a fórmula “talvez isso aconteça”, para evitar que o cuidador se renda à desesperança.
investigar as crenças religiosas do cuidador de modo a encaminhá-lo a locais que lhe ofereçam conforto espiritual.
deixar claro que a medicina não é uma ciência exata, e dessa forma manter um humor positivo de quem cuidará do paciente.
informar o cuidador das principais características do transplante, partindo das informações que ele já possui.