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A Psicologia Hospitalar, em uma concepção mais tradicional, é definida como o campo de compreensão e de intervenção relativas aos aspectos emocionais envolvidos na vivência
dos sintomas e probabilidades de cura que a pessoa possa vir a vivenciar, de tal sorte que ela consiga revisitar suas crenças e lidar com esquemas disfuncionais que promovem maior probabilidade de levá-la ao óbito (Simonetti, 2004).
do paciente para lidar com o sofrimento que o levará a aceitar a finitude da vida (Simonetti, 2004).
do paciente para lidar com sua incapacidade de autorregular-se diante da presença de um diagnóstico de doença terminal (Simonetti, 2004).
do sujeito acamado em conseguir desenvolver motivação interna para movimentar-se sob o ponto de vista da psicologia sistêmica ao encontro de uma gama de energia psíquica que o leve a vivenciar a cura (Simonetti, 2004).
do adoecimento e do tratamento de uma doença, tais como os sentimentos, os desejos, as falas, os pensamentos, as fantasias, as lembranças, as crenças, os sonhos, os conflitos, bem como, o estilo de viver e de morrer de cada sujeito (Simonetti, 2004).