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O diálogo da Psicologia do Envelhecimento com as diversas subdisciplinas psicológicas gerou a configuração de um arcabouço lógico de saberes em torno de microteorias e micromodelos explicativos sobre domínios específicos do envelhecimento, os quais têm contribuído também na aplicação a realidades particulares, visando-se à solução de problemas humanos. Tais contribuições têm impactado de forma contundente as práticas psicológicas com idosos. Sobre essas práticas, qual alternativa está CORRETA?
A Teoria de Seleção, Otimização e Compensação pode ser incorporada, por diferentes perspectivas teóricas em Psicologia, incluindo a comportamental, cognitiva, à de ação social-cognitiva e a diferentes processos como memória, funcionamento físico e a domínios do bem-estar tanto no desenvolvimento e envelhecimento normal ou patológico.
A Teoria de Dependência Aprendida busca explicar o declínio nas interações sociais e as mudanças no comportamento emocional dos idosos. Assim, a redução na amplitude da rede de relações sociais e na participação social na velhice reflete a redistribuição de recursos multidimensionais pelos idosos, na medida em que há mudança na percepção de tempo futuro.
A Teoria de Construto de Qualidade de Vida na Velhice de Lawton aponta que, de forma adaptativa, na velhice passam a ser mais relevantes o envolvimento seletivo com relacionamentos sociais próximos que ofereçam maior retorno. Tais alterações adaptativas permitem aos idosos poupar recursos escassos, canalizar para alvos relevantes e otimizar o seu funcionamento afetivo e social.
Interessa a Teoria da Seletividade Socioemocional a maneira como as pessoas alocam e realocam seus recursos internos e externos por meio das condições biológicas, psicológicas e sociais e como, simultaneamente, maximizam ganhos e minimizam as perdas ao longo do tempo.