

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
No que se refere às técnicas de intervenção no âmbito das políticas públicas, principalmente para o direcionamento de ações voltadas à promoção de direitos humanos da população LGBTQUIA+, é preciso abranger o combate ao preconceito, visto que, entendido de forma ampla, na forma de discursos e práticas institucionais hostis, alimenta o preconceito interpessoal, provocando sofrimento psicológico às vítimas minorias sexuais e de gênero, com impacto na saúde global e dano negativo significativo à saúde mental dessas pessoas. Sobre o impacto do preconceito na saúde mental, é correto afirmar que:
Não há evidências sobre a associação entre pertencer a uma minoria sexual e comportamentos autolesivos.
A prevalência de ideação suicida é maior entre os não heterossexuais em comparação com a heterossexuais.
Ser Minoria Sexual e de Gênero (MSG) é considerado um fator de risco secundário para a pessoa se autolesionar.
Quando comparados, jovens heterossexuais e jovens pertencentes a minorias sexuais têm a mesma probabilidade de apresentarem sintomas depressivos.
Embora a prevalência de ideação suicida seja maior entre heterossexuais, pertencer à minoria sexual é fator de risco secundário para conduta autolesiva e primário para suicídio.