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Doença renal crônica requer uma abordagem clínica e assistência especializada que envolva todas as necessidades biológicas, sociais e emocionais do indivíduo, e que permita a promoção de habilidades que auxilie o autocuidado e manejo da doença. Quanto ao trabalho do Psicólogo nestas condições é correto afirmar que:
a prevalência de psicopatologias em pessoas com doenças crônicas como a doença renal são equivalentes aos da população em geral em relação à risco de suicídio e desesperança, porém considera-se que as mudanças do estilo de vida e as limitações impostas leva a mais quadros depressivos e ansiosos que da população em geral.
são fatores que influenciarão de modo positivo o enfrentamento de pacientes com doenças crônicas, as mudanças corporais advindas da doença e os mecanismos de coping religioso e o suporte social.
um dos motivos pelos quais os pacientes em hemodiálise possuem altas taxas de depressão é o fato de serem “dependentes de uma máquina”, restringindo sua independência e suas atividades diárias.
os pacientes tem maior probabilidade de desenvolver depressão principalmente no momento final de doença quando há o agravamento dos sintomas incuráveis e possui menor probabilidade ao iniciar o tratamento dialítico.
o Ministério da Saúde criou, em 2011, o Plano de Ações Estratégicas para o enfrentamento das DCNT onde propõe-se o Modelo de Atenção às Condições Crônicas (MACC), que possui ampla aplicabilidade no cenário hospitalar.