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Uma ligação forte e segura com os cuidadores parece ter uma função biológica protetora, ficando o bebê preservado dos efeitos adversos do estresse vivenciado nos cuidados intensivos neonatais (Ministério da saúde, 2011). Sobre a intervenção psicológica na relação mãe-bebê em UTI neonatal, é correto afirmar que:
o acompanhamento psicológico da mãe cujo bebê está em cuidados intensivos na UTI neonatal, é essencial para o acolhimento da angústia da cuidadora e para a criação de laço e fortalecimento desta com o bebê.
não há atendimento psicológico da mãe de bebê que está em cuidados intensivos na UTI neonatal, pois ela recebe alta e aguarda em casa a criança sair da UTI para leva-la para casa.
as intervenções psicológicas devem ocorrer juntamente com o atendimento humanizado para o estabelecimento do laço pais-bebê e tem a função profilática da saúde mental dos pais.
a prematuridade é um grande entrave no estabelecimento da relação pais-bêbe, portanto os pais devem comparecer ao hospital somente quando a criança receber alta e ter capacidade de reagir aos estímulos.
o bebê prematuro não recebe nenhum tipo de intervenção devido a incapacidade deste entender ou reagir qualquer forma de estimulação.