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A psicoterapia de abordagem cognitivo-comportamental tem demonstrado significativas evidências científicas em relação às estratégias de avaliação dos fatores de risco para o suicídio, bem como para o tratamento das pessoas com essa demanda.
A respeito da avaliação dos fatores de risco para o suicídio, é correto afirmar que:
Deve se concentrar apenas em riscos futuros, deixando de lado a avaliação de tentativas anteriores malsucedidas.
O principal aspecto a ser avaliado é a presença de estressores que podem atuar imediata e indiretamente sobre o paciente.
A presença de automutilação não suicida deve ser investigada, pois ela indica que o paciente não apresenta grave risco para suicídio.
A reação apresentada pelo paciente diante de uma tentativa de suicídio que não o levou à morte deve ser avaliada, visto que ela pode fornecer indícios para possível nova tentativa.