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A partir das considerações apresentadas por Santos e Alvares (2021) acerca do trabalho do psicanalista com familiares internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), é correto afirmar que:
o manejo do sofrimento psíquico de familiares de pacientes em risco de morte iminente exige postura ativa de direcionamento e foco no discurso do familiar, para favorecer o apaziguamento da angústia de perda
a inserção do dispositivo psicanalítico na instituição hospitalar, onde prevalece o discurso médico, exige adotar um viés disciplinador tanto do comportamento quanto do sofrimento do paciente
uma das particularidades de seu trabalho é a necessidade de atender a todas as demandas, não apenas dos familiares, mas, também, a da equipe e a da instituição hospitalar
a escuta tem função de acolhimento e de endereçamento de questões interpessoais e intrapsíquicas