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Conforme o artigo de Mendes (2020) “Psicologia Hospitalar e Terminalidade: Possibilidades de Intervenção”, existe um método e conduta terapêutica orientados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que objetivam: “aliviar a dor e demais sintomas que causam sofrimento; entender a vida e considerar a morte como processo natural; não ter a intenção de apressar nem postergar o momento da morte; integrar todos os aspectos socioculturais e espirituais, bem como os aspectos psicossociais ao cuidado com o paciente; oferecer tecnologias de apoio que possibilitem que o paciente viva tanto quanto for possível; oferecer apoio à família do paciente, no sentido de que possa lidar melhor com a doença de seu ente querido ou com o luto após sua morte; lançar mão de equipe para cuidar das necessidades dos pacientes e familiares, como, por exemplo, aconselhamento para o luto, quando indicado, entre outros” (p. 4). Tal método e conduta denominam-se:
Intervenções com pacientes críticos.
Cuidados paliativos.
Atendimento em terminalidade.
Acompanhamento de luto.