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Em consonância com os estudos de Azevedo, Hemesath & Oliveira (2019) no artigo “A internação de um filho em unidade de terapia intensiva pediátrica: narrativas maternas” assinale a alternativa INCORRETA.
O estudo aponta que as informações fornecidas pela equipe médica da unidade são extremamente importantes, pois tornam possíveis as mães compreenderem com o que estão lidando em relação ao quadro de saúde das(os) filhas(os). Quando a equipe informa de forma contínua e cronológica sobre o tratamento, medicamentos e recuperação da criança, os pais tendem a se sentir seguros, confiantes e envolvidos no processo.
Os dados obtidos também convergem para discussão sobre a relevância da atenção centrada no paciente e na família, reconhecendo que o envolvimento da família pode influenciar profundamente as decisões clínicas e resultados dos pacientes em unidades de terapia intensiva pediátrica.
O estudo salienta que a problemática em questão pode ser complexificada e acolhida a partir da escuta das vivências de mães com crianças hospitalizadas, dispensando a Psicologia Hospitalar já que é um fenômeno que pode ser acolhido por práticas de outras áreas.
Conforme o estudo, é comum que os pais apresentem dificuldades em lidar com o filho no contexto de adoecimento e hospitalização, se desdobrando através de comportamentos de extrema preocupação, superproteção e irresponsividade às reais necessidades da criança.