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Cunha e Dimenstein (2022) analisaram que, em 60 anos de profissão, a psicologia brasileira se desenvolve mais no campo profissional do que no científico. Considerando tal fato, é correto afirmar:
A conciliação entre o tempo dedicado à ciência e à família tem sido apontado como um dos principais aspectos que dificultam a inserção, a permanência e a progressão das mulheres na carreira científica.
O caráter feminino da profissão influencia negativamente na competência técnica que é associada ao cuidar.
Apesar da majoritariedade das mulheres formadas na área, existe uma segmentação interna que aponta para o predomínio dos homens no campo profissional, o que não pode deixar de ser destacado como questão paradoxal.
A realidade de pesquisadore(a)s negro(a)s e indígenas é mais desfavorável; contudo, ocupam posições de liderança na condução das atividades de produção científica no país.