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Gentilli (2011) debate sobre subjetividade e saúde mental no serviço social, afirmando que é de fundamental importância promover a desassociação entre atendimento individual e conservadorismo, de um lado, e entre atendimento individual e atendimento clínico, de outro. Segundo a autora, esse movimento requer que o profissional:
foque no trabalho com gestão e nos procedimentos sócio-assistenciais destinados aos usuários da rede
compreenda que a importância do trabalho do serviço social na saúde mental cresce e se torna possível pela competência clínica
conheça minimamente as abordagens emancipadoras existentes no vasto campo teórico, que pode ser agregado pelo prefixo “psi”
qualifique o fazer do serviço social nas dimensões que não fazem parte do campo “estritamente clínico”, promovendo uma releitura crítica