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A consolidação da Psicologia do Envelhecimento possibilitou refinamento metodológico da pesquisa sobre o envelhecimento e um maior diálogo entre as próprias subdisciplinas da Psicologia na tentativa de descrever e explicar tanto os processos de declínio quanto os de manutenção e desenvolvimento em domínios psicológicos específicos na velhice. Sobre a Psicologia do Envelhecimento, é CORRETO afirmar que:
Dentre os modelos e teorias, frutos da interlocução da Psicologia do Envelhecimento com as diversas subdisciplinas psicológicas, destacam-se três contribuições que envolvem temas salientes na velhice: adaptação, cuidados paliativos e autonomia.
A Dependência aprendida, desenvolvida por Baltes na década de 1980 e 1990, buscou estabelecer como os indivíduos podem efetivamente manejar as mudanças nas condições biológicas, psicológicas e sociais que se constituem em oportunidades ou restrições para os seus níveis e trajetórias de desenvolvimento.
Teoria da Seletividade Socioemocional, desenvolvida na década de 1990, busca explicar o declínio nas interações sociais e as mudanças no comportamento emocional dos idosos.
É uma comparação etária entre jovens e idosos, de forma que há o reconhecimento da velhice, enquanto estágio desenvolvimental com tarefas de adaptação, integração e aceitação da morte.