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O diagnóstico psicológico não é de exclusividade da psicologia. Devido ao contexto histórico do seu surgimento, algumas áreas do conhecimento se utilizaram deste fazer. Neste sentido, marque a alternativa que NÃO condiz por quem pode realiza-lo:
O psicodiagnóstico surgiu como consequência do advento da psicanálise, que ofereceu novo enfoque para o entendimento e a classificação dos transtornos mentais. Assim sendo, ao psicanalista também é livremente permitido a realização do diagnóstico psicológico.
Equipe multiprofissional (psicólogo, psiquiatra, neurologista, orientador educacional, assistente social ou outro) desde que cada profissional utilize o seu modelo próprio, em avaliação mais complexa e inclusiva, em que é necessário integrar dados muito interdependentes.
O psicólogo clínico exclusivamente, para a consecução de qualquer ou vários dos objetivos, quando é utilizado o modelo psicológico (psicodiagnóstico), incluindo técnicas e testes privativos desse profissional.
O psiquiatra (e, eventualmente, pelo neurologista ou psicanalista), com vários objetivos (exceto o de classificação simples), desde que seja utilizado o modelo médico apenas, no exame de funções, identificação de patologias, sem uso de testes e técnicas privativas do psicólogo clínico.
No período anterior a Freud, o enfoque do transtorno mental era nitidamente médico. Os pacientes de interesse para a ciência médica apresentavam quadros graves, estavam hospitalizados, e eram identificados sinais e sintomas que compunham as síndromes. Para o diagnóstico psicológico médico, encontra-se restrito o uso de testes e técnicas privativas do psicólogo clínico.