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Clara, mãe de Pedro, de 10 anos de idade, recorre a uma psicóloga para obter orientação quanto à exposição de seu filho a conteúdo sexual e erótico, nos meios de comunicação e nas redes sociais, e ao impacto decorrente em sua conduta. A psicóloga, com base em Sanderson (2005), aponta que, nessa faixa etária, um comportamento sexual atípico que poderia despertar preocupação seria a criança
exibir as nádegas.
falar palavras obscenas.
tocar os próprios genitais.
contar piadas sujas.
masturbar-se em público.