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Leia o trecho a seguir.
Solidários de seus sintomas como uma modalidade altamente condensada do seu gozo, esses indivíduos são presa fácil do discurso preguiçoso da psiquiatria contemporânea, que já não se esforça em captar a particularidade das estruturas clínicas, limitando-se à classificar as doenças com base em uma classificação sumária de sofrimentos. Essa tendência nominalista espalha-se rapidamente no campo da assim chamada saúde mental ‒ e funda a lógica epistêmica do DSMIV, em perfeita consonância com o progresso da indústria psicofarmacológica.
Forbes, Jorge (2013). Inconsciente e Responsabilidade: psicanálise do século XXI, p. XXIVIII
A partir do trecho do livro do psiquiatra e psicanalista Jorge Forbes, o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), base da psiquiatria contemporânea, funda-se em:
uma perspectiva nominalista e classificatória dos sintomas psíquicos, incapaz de captar a particularidade das estruturas clínicas.
uma perspectiva nominalista e classificatória dos sintomas psíquicos, capaz de captar a particularidade das estruturas clínicas.
uma lógica epistêmica classificatória e nominalista que não tem contribuído com o progresso da indústria psicofarmacológica.
uma cultura individualista e neoliberalizante que não se aplica à realidade brasileira.