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Leia o texto a seguir.
A prática clínica demonstra que o trabalho de preparo com os candidatos à adoção possibilita que eles flexibilizem as suas exigências quanto às características da criança fantasiada como filho, para que elas sejam os mais “maleáveis” possíveis, permitindo uma superposição da criança real.
SCHETTINI, Suzana Sofia Moeller; AMAZONAS, Maria Cristina Lopes de Almeida; DIAS, Cristina Maria de Souza Brito. Famílias adotivas: identidade e diferença. Disponível em: <https://www.scielo.br/j/pe/a/jwzdcW4n8Wj3GCN7tvZrykh/>. Acesso em: 30 abr. 2024.
Nos processos de adoção, cabe ao psicólogo, como membro da equipe técnica das Varas da Infância e da Juventude
determinar a perda do poder familiar e a colocação em família substituta.
avaliar a capacidade financeira e psicossocial dos postulantes à adoção.
direcionar a mãe na tomada de decisão em relação à entrega legal para adoção.
encaminhar o processo de adoção conforme o desejo da criança.
elaborar relatórios, laudos e pareceres a fim de embasar a decisão judicial.