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De acordo com os desígnios da integralidade em saúde, nenhum trabalhador pode sustentar sozinho a prática do cuidado na Atenção Psicossocial, pois essa é uma construção de uma equipe que potencializa, em rede, o território no qual o usuário se singulariza.
Com relação aos processos de trabalho que envolvem o cotidiano do cuidado na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), é correto afirmar que
o trabalhador é um agente técnico com ações previsíveis que rompem com os modelos hegemônicos de cuidado.
o trabalhador atua como um agenciador de relações que articulam o complexo hospitalar da saúde.
a ação é no território, sendo este definido pela área de abrangência geográfica na qual os cuidados em saúde serão articulados.
os marcadores culturais de cada território são importantes para a reinvenção do trabalho em rede, tramando redes de cuidado que também são socioafetivas.
visam superar a fragmentação do cuidado presente no modelo biomédico, valorizando o trabalho em equipe e a centralização das ações nos CAPS.