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Joana, uma menina de 10 anos, foi levada ao consultório por sua mãe, preocupada com a perda de peso significativa e a falta de interesse de Joana em se alimentar. Nos últimos meses, Joana tem evitado vários tipos de alimentos, alegando que não gosta da textura ou do cheiro deles. Ela também se recusa a comer em situações sociais, o que tem gerado preocupação na escola e entre familiares. Sua mãe relatou que, apesar de Joana não reclamar de fome, ela parece estar sempre cansada e foi necessário iniciar o uso de suplementos nutricionais para evitar maiores complicações. No entanto, o comportamento alimentar de Joana continua impactando significativamente suas atividades diárias e seu relacionamento com amigos e familiares. Após uma avaliação, o diagnóstico de transtorno alimentar restritivo/evitativo foi considerado. Com base no caso clínico de Joana, qual é uma característica essencial do transtorno alimentar restritivo/evitativo?
A preocupação constante com o peso corporal e a imagem corporal, levando à restrição alimentar voluntária.
A presença de episódios de compulsão alimentar seguidos de comportamentos compensatórios, como vômitos autoinduzidos.
A ingestão de substâncias não nutritivas, como terra ou gelo, em resposta a uma deficiência de minerais.
A esquiva ou restrição da ingestão alimentar, resultando em uma perda de peso significativa e possível dependência de suplementos nutricionais.


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