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O absenteísmo por problemas de saúde é realmente uma questão crítica em ambientes de trabalho modernos. Os autores Richard S. Lazarus e Susan Folkman, em seu "Modelo de Reação ao Estresse” (1984), enfatizam a importância da avaliação cognitiva no processo de estresse. A forma como os indivíduos percebem e avaliam o estresse influencia suas reações e mecanismos de enfrentamento. Se um funcionário percebe uma situação como estressante e não tem estratégias eficazes de enfrentamento, isso pode resultar em problemas de saúde que levam ao absenteísmo. Segundo esta teoria, marque a alternativa certa.
O desenvolvimento de programas de apoio psicológico e treinamento em habilidades de enfrentamento pode ajudar os funcionários a gerir melhor o estresse e a saúde mental, reduzindo assim o absenteísmo.
A carga cognitiva excessiva pode levar ao estresse e à diminuição do desempenho. A capacidade limitada de processamento de informações do cérebro pode ser sobrecarregada por tarefas complexas ou desafiadoras, resultando em estresse e frustração.
O estresse no trabalho é o resultado da interação entre as demandas do trabalho e o controle que o trabalhador tem sobre suas tarefas. O modelo sugere que ambientes de trabalho que apresentam alta demanda e baixo controle são mais propensos a causar estresse e problemas de saúde.
O apoio emocional, informativo e prático de colegas, amigos e familiares pode ajudar os indivíduos a lidar melhor com situações estressantes. O suporte social pode moderar os efeitos negativos do estresse, promovendo uma melhor saúde mental e física.


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