

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
No Brasil, de acordo com Amarante e Nunes, as políticas de saúde mental e de atenção psicossocial se aproximaram do movimento da reforma sanitária e do processo de redemocratização vivenciados no país. De acordo com os autores, no artigo "A reforma psiquiátrica no SUS e a luta por uma sociedade sem manicômios" (2018), assinale a alternativa INCORRETA.
Um dos objetivos iniciais da reforma psiquiátrica no Brasil foi propiciar a criação de um lugar social diferente para a loucura, o que impulsionou o desenvolvimento de dispositivos políticos, sociais e culturais no âmbito da saúde mental para além das tradicionais estratégias clínicas e terapêuticas.
Os primeiros serviços alternativos ao modelo manicomial foram criados no final dos anos 1980, ofertando de forma inovadora cuidados intensivos a usuários com transtornos mentais graves, sem a necessidade de hospitalização.
As políticas de saúde mental e a reforma sanitária brasileira são processos concomitantes e que percorreram os mesmos caminhos, utilizando-se das mesmas estratégias, sem haver diferença significativa entre esses movimentos.
Embora a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) tenha propiciado a organização dos serviços de saúde mental de forma articulada, não houve previsão de recursos financeiros para o desenvolvimento de ações de cultura, trabalho e geração de renda no desenho da referida rede.


Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.