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O manejo de doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, demanda intervenções integradas que considerem aspectos comportamentais e cognitivos para promover a adesão ao tratamento e o autocuidado. De acordo com o Modelo de Crenças em Saúde (Rosenstock, 1974), qual abordagem é mais adequada para pacientes hipertensos com baixa percepção de gravidade, considerando a necessidade de estratégias multifatoriais?
Estimular o paciente a monitorar a pressão arterial apenas durante episódios de sintomas evidentes, reforçando a relação entre desconforto físico e risco de complicações futuras.
Promover o reconhecimento da gravidade da hipertensão por meio de educação sobre as consequências clínicas, associada ao estabelecimento de metas tangíveis.
Priorizar o protagonismo dos profissionais de saúde, reduzindo a participação ativa do paciente no manejo de sua condição para evitar sobrecarga emocional.
Enfatizar intervenções que privilegiem exclusivamente suporte emocional, sem incorporar elementos educativos ou cognitivos sobre o impacto da doença.
Substituir a abordagem psicossocial por um regime farmacológico mais rigoroso, eliminando a necessidade de mudanças comportamentais.


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