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Na visão de Cunha, na obra Psicodiagnóstico – V (2008), o psicólogo que trabalha com psicodiagnóstico deve
evitar o uso da nomenclatura nosológica, porque seus termos reduzem o paciente à doença, o que é incompatível com os pressupostos da Psicologia.
ter familiaridade com os sistemas de classificação nosológica, porque a nomenclatura oficial dos transtornos é muito útil na comunicação entre profissionais.
considerar que os sistemas de classificação nosológica são de uso de psiquiatras, e não de psicólogos em sua prática clínica.
usar a nomenclatura nosológica apenas em documentos oficiais para evitar a estigmatização de pessoas com dificuldades psicológicas na vida diária.
adotar os sistemas de classificação nosológica ao se apoiar em abordagens psicodinâmicas de avaliação da personalidade.