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É correto afirmar que as intervenções em psico-oncologia, conforme a visão de Liberato e Carvalho (em Carvalho e colaboradores, 2008),
devem ter caráter essencialmente educativo para promover a resiliência e os recursos de enfrentamento.
têm maior eficácia quando baseadas em técnicas cognitivo-comportamentais que desconstroem falsas concepções sobre a doença.
comportam diversas abordagens teóricas, pois a especialidade pode ser explicada de formas diferentes.
devem excluir técnicas corporais dado o sofrimento físico inerente às diversas formas de câncer.
têm alcance mais profundo quando investigam motivações inconscientes que possam ter desencadeado a doença.