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Segundo MENEZES (2015), embora a inclusão escolar seja um desafio, o engajamento e a capacitação de profissionais da educação, com destaque para o psicopedagogo, podem contribuir para viabilizar o processo na prática. Nesse contexto de inclusão, o psicopedagogo que trabalha com aluno autista deve utilizar métodos e técnicas que auxiliem o(a)
aplicação de avaliações padronizadas periódicas para medir os aspectos quantitativos do desempenho acadêmico do aluno.
memorização de conteúdos acadêmicos, priorizando técnicas de repetição e treino, sem considerar a relevância das interações sociais
desenvolvimento de ações formativas para os professores baseadas em métodos tradicionais de ensino, centralizadas no gerenciamento de sala de aula.
elaboração de planos de ensino específicos baseados, preferencialmente, no desenvolvimento motor e funcional do aluno, priorizando a independência cotidiana em detrimento do currículo escolar.
integração de abordagens multidimensionais que promovam a autorregulação, a comunicação funcional e o fortalecimento de habilidades sociais, respeitando as particularidades e os interesses do aluno.